From the Brazilian women's movement to violence against women in the family: data and definitions

Authors

DOI:

https://doi.org/10.18002/cg.v0i14.5747

Keywords:

woman, family, Brasil, violence

Abstract

We are now able to keep up with what is happening all over the world. Technological advances have shortened distances and brought people closer together. On the other hand, certain transformations of our time have also created a huge gulf between them. We have a hard time noticing what is happening around us, such as the invisible violence behind cultural prejudices and patterns. Reflecting on family configurations and their challenges is the proposal of this article, which is based on authors of the area helping to understand the problem of violence against women. Therefore, a bibliographic study of a described and qualitative character will be carried out, highlighting the Maria da Penha Law as an important guarantor within the framework of the rights of Brazilian women.

Downloads

Download data is not yet available.

Métricas alternativas

Author Biography

Wéllia Pimentel Santos, Univesidad de Salamanca - España

Ciencias sociales y jurídicas

References

Batista, Tales et al. (1977): “A morte da pantera”.En: Revista Manchete, nº. 1291, pp. 4-11.

Bourdieu, Pierre (2000): La dominación masculina. Barcelona: Editorial Anagrama.

Brasil. Lei nº. 11.340 (2006): “Lei Maria da Penha. 2006”. Disponible en: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm [19/01/2019].

Bruschini, Cristina (1990): Mulher, Casa e Família: cotidiano nas camadas populares. São Paulo: Editora vértice.

CNJ. Conselho Nacional de Justiça (2018): “O poder judiciário na aplicação da lei Maria da Penha”. Disponible en: http://www.cnj.jus.br/files/conteudo/arquivo/2018/06/2df3ba3e13e95bf17e33a9c10e60a5a1.pdf [16/01/2019].

DataSenado (2017): “Violência doméstica e familiar contra a mulher”. Observatório da mulher contra a violência. Disponible en: https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/arquivos/aumenta-numero-de-mulheres-quedeclaram-ter-sofrido-violencia [18/01/2019].

IPEA. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (2017): “Atlas da Violência”. Disponible en: http://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/download/2/atlas-2017. [18/01/2019].

Lana, Cecília (2010): “Lugar de fala, enquadramento e valores no caso Ângela Diniz”. En: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação– Anagrama. Ano 3, Edição 4, Junho-Agosto, pp. 1-12. Disponible en: http://www.periodicos.usp.br/anagrama/article/download/35449/38168 [17/01/2019].

Mead, Margaret (1972): Sexo y Temperamento, Paidós, Buenos Aires.

Miguel, Luis F. y Queiroz, Cristina M. (2006): “Diferenças regionais e o êxito relativo de mulheres en eleições municipais no Brasil”. En: Revista de Estudos Feministas, vol. 14, nº. 2, May/Sept., pp. 363-385. Disponible en: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2006000200003&lng=en&nrm=iso [17/04/2019].

Molyneux, Maxine (2003): Movimientos de mujeres en América Latina. Um estúdio teórico comparado. Madrid: Catedra

MPES. Ministério Público do Estado do Espírito Santo (2019): “Relatório de Pesquisa. Levantamento estadual da rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher do Estado do Espírito Santo”. Núcleo de Enfrentamento da Violência Doméstica contra a Mulher (NEVID). Disponible en: https://www.mpes.mp.br/Arquivos/Anexos/3c6ce998-cc0e-491096f18de7e49f5062.pdf [18/01/2019].

Pateman, Carole (1996). “Críticas feministas a la dicotomía publico/privado”. En: Carme Castells (comp.): Perspectivas feministas en teoría política, Paidós, Barcelona, pp: 2-23.

Pinto, Céli Regina Jardim (2003): Uma história do feminismo no Brasil. Coleção História do Povo Brasileiro. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo (FPA).

Pinto, Céli Regina Jardim (2010): “Feminismo, história e poder”. En: Revista de Sociologia Política. Curitiba, vol. 18, nº. 36, pp. 15-23, jun. Disponible en: http://www.scielo.br/pdf/rsocp/v18n36/03.pdf [18/01/2019].

Prado, Débora y Sanematsu, Marisa (2017) (coord. org.): “Feminicídio #invisibilidade mata”.São Paulo: Instituto Patrícia Galvão. Disponible en: https://agenciapatriciagalvao.org.br/wpcontent/uploads/2017/03/LivroFeminicidio_InvisibilidadeMata.pdf [19/01/2019].

Saffioti, Heleieth I. B. (1994): “Violência de gênero no Brasil atual”. En: Revista Estudos Feministas, pp. 443-461. Disponible en: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/viewFile/16177/14728 [18/01/2019].

Saffioti, Heleieth I. B (2004): Gênero, patriarcado e violência. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. Coleção Brasil Urgente.

Sarti, Cynthia (1998): Feminismo no Brasil: uma trajetória particular. São Paulo: Fundação Carlos Chagas. Caderno de pesquisas n° 64.

Waiselfisz, Julio Jacobo (2015): “Mapa da violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil”. ºBrasília: FLACSO. Disponible en: https://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2015/MapaViolencia_2015_mulheres.pdf [17/01/2019].

Published

2019-06-27

How to Cite

Santos, W. P. (2019) “From the Brazilian women’s movement to violence against women in the family: data and definitions”, Cuestiones de género: de la igualdad y la diferencia, (14), pp. 189–206. doi: 10.18002/cg.v0i14.5747.