Tipologias de gênero feminino no discurso eleitoral. O caso da esquerda brasileira em 2014

Autores/as

  • Alice Lima Universidade Federal do Paraná
  • Luciana Panke Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.18002/cg.v0i11.3641

Palabras clave:

Comunicação eleitoral, HGPE, gênero feminino, estudos de gênero

Resumen

A partir de tipologias criadas por Panke (2015) para pesquisas relacionadas a campanhas femininas, temos o objetivo de analisar o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral da candidata à presidência da República no Brasil, em 2014, Luciana Genro, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Por meio da interpretação do conteúdo audiovisual exibido nos programas, verificamos como as categorias “guerreira”, “mãe” e “profissional” se apresentaram no discurso eleitoral da candidata. Verificamos que a tipologia “guerreira” esteve em evidência durante 92% do tempo de exibição total dos vídeos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Alice Lima, Universidade Federal do Paraná

Jornalista graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), sob orientação da profa. Dra. Luciana Panke, bolsista Capes. Integrante do grupo de Pesquisa em Comunicação Eleitoral.

Luciana Panke, Universidade Federal do Paraná

Pós-doutorado em Comunicação Política na Universidade Autônoma Metropolitana (UAM- México). Doutora em Ciências da Comunicação (USP); Professora da Universidade Federal do Paraná na graduação em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação. Líder do grupo de Pesquisa “Comunicação Eleitoral”. 

Citas

Almeida, Jorge (2010): “Lula, Serra e o lugar de fala da mudança em 2002”. Em: Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli (eds.): Mídia, representação e democracia. São Paulo: Hucitec.

Almeida, Jorge (2004). “O Marketing Político-eleitoral Comunicação e Política – Conceitos e abordagens”. Em: Antônio Albim e Carlos Rubim (eds.): Comunicação & Política. São Paulo: editora Unesp.

Bauer, Martin W. y Gaskell, George (2002): Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes.

Bardin, Laurence (1995): Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70.

Bhabha, Homi K (2010): “A outra questão: o estereótipo, a discriminação e o discurso colonial”. Em: O local da cultura. Tradução de Myriam Ávila, Eliana Lourenço de Lima, Glaucia Renata Gonçalves. 5ª reimpressão. Belo Horizonte: Ed. UFMG.

Biroli, Flávia (2010): “Mulheres e política nas notícias: Estereótipos de gênero e competência política”. Em: Revista Crítica de Ciências Sociais, nº. 90, pp. 45-69.

Carvalho, Rejane Vasconcelos Accioly de (1999): Transição democrática brasileira e padrão midiático publicitário da política. Campinas: Pontes; Fortaleza: UFCE.

Castañeda, Marina (2013): El machismo invisible regressa. México: Taurus.

Duarte, Jorge y Barros, Antonio (orgs.) (2015): Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. São Paulo: Atlas.

Espinal, Rosario (2014): Género y Cultura Política. Santo Domingo: Colectiva Mujer y Salud.

Fonseca Júnior, Wilson C. (2015):”Análise de conteúdo”. Em: Jorge Duarte e Antonio Barros (orgs.): Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. 1ª ed. São Paulo: Atlas, pp. 280-315.

García Beaudoux, Virginia (2015): “Estereotipos de género, comunicación política y liderazgo femenino: ¿Para qué sirve la Táctica de Reencuadre?”. Em: Más Poder Local, vol. 1, nº. 25, pp. 3-9

Habermas, Jürgen (1984): Mudança estrutural da esfera pública – investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa. Tradução, Flávio R. Kothe. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

Krippendorff, Klaus (1990): Metodologia de análisis de contenido. Barcelona: Paidós.

Lamas, Marta (org.) (2013): El género. La construcción cultural de la diferencia sexual. México: Unam.

Lavareda, Antônio (2009): Emoções Ocultas e Estratégias Eleitorais. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva.

Lima, Alice y Greco, Karen (2015): Diversidade de gênero e marketing eleitoral: análise das propostas de governo da candidata à presidência Luciana Genro para mulheres e LGBTs 2015. Em: 7º Encontro de Pesquisa em Comunicação (Enpecom), Curitiba, Brasil.

Lippmann, Walter (1922): Public Opinion. New York, Free Press, 1997.

Lipovetsky, Gilles (2012): La tercera mujer. México: Edamsa Impresiones.

Martins Ferreira, Dina Maria y Valente, Dulce (2015): “Estereótipo na construção da identidade feminina – Dilma Rousseff em seu primeiro mandato”. Em: Ação Midiática, vol. 1, nº. 10, pp. 291-308.

Matos, Heloiza (2010): “Intenção de voto e propaganda política: efeitos e gramáticas da propaganda eleitoral”. Em: Luis Felipe Miguel y Flávia Biroli (organizadores): Mídia, representação e democracia. São Paulo: Hucitec.

Miguel, Luis Felipe y Biroli, Flávia (2014): Feminismo e Política: uma introdução. São Paulo: Boitempo.

Miguel, Luis Felipe y Biroli, Flávia (2011): Caleidoscópio Convexo: mulheres, política e mídia. São Paulo: Editora Unesp.

Morin, Edgar (1981): Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo. 5ª ed. Rio de Janeiro: Forense- Universitária.

Panke, Luciana (2015): Campañas electorales para mujeres – retos y tendencias. Cidade do México: Editorial Piso 15.

Panke, Luciana; Iasulaitis, Sylvia y Nebot, Carmen (2015): “Género y Campañas Electorales en América Latina: un análisis del discurso femenino en la propaganda televisiva”. Em: Razón y Palabra, nº. 91, [on line] Disponível em: http://www.razonypalabra.org.mx/N/N91/Varia/08_PankeIasulaitisPineda_V91.pdf [22/01/2016].

Targino, Maria das Graças (2000): “Comunicação científica: uma revisão de seus elementos básicos”. Em: Revista Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, vol. 10, nº. 2, pp. 37-85.

Todaro, Rosalba (2002): “Mujeres ejecutivas em Chile: uma empresa difícil”. Em: Gina Zabludovsky (organizadora): Mujeres em cargos de dirección em América Latina. Estudios sobre Argentina, Chile, México y Venezuela. México: Unam, pp. 69-91

Publicado

2016-06-29

Cómo citar

Lima, A., & Panke, L. (2016). Tipologias de gênero feminino no discurso eleitoral. O caso da esquerda brasileira em 2014. Cuestiones De género: De La Igualdad Y La Diferencia, (11), 57–74. https://doi.org/10.18002/cg.v0i11.3641